
O nome do investigado não foi divulgado pela polícia, e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
O inquérito foi finalizado nesta segunda-feira (22). A polícia informou que a investigação foi desmembrada e a apuração sobre a gravação e divulgação das imagens do crime nas redes sociais continua em andamento.
A Secretaria de Segurança Pública disse que o caso está sob sigilo e, por isso, não serão informados detalhes sobre as investigações relacionadas à divulgação do vídeo.

Agora no g1
Na época, o município informou que a sindicância foi aberta, levando em consideração a gravidade do crime e que a “função da Guarda Metropolitana é a proteção sistêmica da população, e que a suposta omissão diante de um crime ou ato de importunação sexual em frente a uma unidade da corporação fere frontalmente o decoro da classe”.
A Prefeitura de Palmas informou, nesta terça-feira, que o processo de sindicância foi praticamente concluído e deve ser divulgado ainda no mês de junho de 2026. Segundo o município, apenas um dos integrantes da equipe que estava de plantão na data dos fatos não foi ouvido porque entrou em licença médica.
“Dessa forma, permanece pendente apenas a oitiva do referido servidor, que será feita tão logo existam condições legais e administrativas para sua participação”, diz a nota do município.
Estupro em frente à base da Guarda
O crime aconteceu quando uma mulher, que apresentava sinais de embriaguez, foi abusada por um homem que se deitou atrás dela. Em imagens divulgadas nas redes sociais, é possível ver a vítima tentando afastar o suspeito, no gramado em frente à base da GMP e em frente a uma viatura da Guarda. O vídeo do crime aparenta ter sido gravado de dentro da base da GMP.
Em fevereiro, a Prefeitura afirmou que os três guardas investigados estavam de plantão no dia e que a sindicância foi aberta para investigar a suposta omissão dos agentes.
Na época, a Secretaria Municipal de Ação Social e da Mulher (Semasmu) determinou o envio de todas as informações do caso ao Ministério Público Estadual (MPTO) e a busca ativa da vítima para que ela tivesse acesso a todos os serviços de acolhimento psicológico e atendimento jurídico por meio da Casa da Mulher Brasileira e Patrulha da Mulher Segura.


