
“Cada um dos ministérios preparou dez pacotes de reformas estruturantes, motivo pelo qual, todos os meses, apresentaremos um pacote de projetos de lei a ser tratado por este Congresso. Isto constituirá o calendário da reforma: nove meses ininterruptos de reformas estruturantes que vão traçar a arquitetura institucional da nova Argentina”, afirmou Milei.”Alguns dirão que 90 pacotes de reformas em um ano é excessivo, ditatorial, ou seja lá o que for. A nossa ambição reformista não pode ser entendida como uma trama para acumular poder”, defendeu-se, antecipando críticas.Sem detalhar essas reformas, ele mencionou algumas áreas contempladas: tributária, sistemas eleitoral e educativo, códigos Civil, Comercial e Alfandegário, além de uma codificação para as leis de Defesa do Consumidor e Concorrência.Abertura comercial indiscriminadaO presidente avisou que continuará abrindo a economia, apesar das críticas de empresários que o acusam de promover uma “abertura indiscriminada” às importações e destruir empregos.”A Argentina é, de longe, o país mais fechado do mundo para o seu nível de PIB. No ranking de abertura do Banco Mundial, está na posição 178ª entre 179 países. (Os empresários) estão querendo defender os privilégios de caçar no zoológico”, afirmou, numa metáfora para um mercado consumidor cativo.



