
“Em primeiro lugar, precisamos ver que o comitê palestino de pessoas técnicas está assumindo a administração de Gaza, depois precisamos ver que a força policial está sendo formada para policiar Gaza – novamente, pelos palestinos, não pelo Hamas.”A Turquia, membro da Otan, tem sido um dos críticos mais veementes do ataque de Israel a Gaza. Ela desempenhou um papel fundamental na intermediação do acordo de cessar-fogo, assinando o acordo como garantidora. Expressou repetidamente sua disposição de participar dos esforços para monitorar a implementação do acordo, uma medida à qual Israel se opõe veementemente.As conversas para avançar a próxima fase do plano do presidente Trump para encerrar o conflito de dois anos em Gaza continuam.O plano prevê uma administração palestina tecnocrática interina no enclave, supervisionada por um “conselho de paz” internacional e apoiada por uma força de segurança multinacional. As negociações sobre a composição e o mandato dessa força têm se mostrado particularmente difíceis.Fidan disse que a força policial de Gaza seria apoiada pela força internacional de estabilização. Ele acrescentou que Washington estava pressionando Israel sobre a proposta da Turquia de se juntar à força, para a qual o país expressou sua disposição de enviar tropas, se necessário.(Redação de Tuvan Gumrukcu e Ece Toksabay)



