
“Não vamos gastar mais do que arrecadamos, vamos colocar nossas contas em ordem”, disse o governista Ezequiel Atauche, ao abrir o debate.- ‘Tratamento expresso’ -Os senadores aprovaram em particular um capítulo polêmico, que elimina os pisos de financiamento para educação, ciência e defesa e estabelece exigências administrativas maiores para que as universidades tenham acesso a transferências de verbas.”Quando forem dormir hoje, digam aos seus filhos: ‘Estou feliz porque destruí o sistema de ensino”, disse o opositor José Mayans, que também criticou “o tratamento expresso” do orçamento, que, segundo ele, “está totalmente desatualizado” e “representa a decadência e corrupção do governo”.Patricia Bullrich defendeu a gestão de Milei: “Não estamos ajustando aos que têm menos. Estamos instalando a liberdade.”Milei governou até hoje com o orçamento prorrogado de 2023, apesar do impacto da inflação nos últimos dois anos (211% em 2023, 118% em 2024 e quase 30% até o momento em 2025), o que resultou no “desfinanciamento” de setores como ciência, saúde e educação.




