
NO MT Equipamento estava oculto dentro de uma tomada elétrica no banheiro do prédio onde funciona um site de notícias Escrito por Da Redação Publicado em 14.02.2026, 19:34:47 Editado em 14.02.2026, 19:34:41 A descoberta ocorreu após denúncia anônima, que levou os agentes até o local – Foto: Freepik Um jornalista e proprietário de um portal de notícias de Nova Mutum (MT), a 242 quilômetros de Cuiabá, foi preso em flagrante na tarde desta sexta-feira (13) suspeito de instalar uma câmera escondida no banheiro do estabelecimento para captar imagens indevidas de pessoas que utilizavam o local. 📰 LEIA MAIS: Tornado atinge o Paraná e deixa rastro de destruição em São José dos Pinhais CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com a Polícia Civil, o equipamento estava oculto dentro de uma tomada elétrica no banheiro do prédio onde funciona o portal de notícias. A descoberta ocorreu após denúncia anônima, que levou os agentes até o local. 📲 Clique aqui e receba as notícias pelo grupo do TNOnline no WhatsApp Com autorização do proprietário, a equipe policial realizou a averiguação e acionou a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que localizou a câmera no interior da tomada. O equipamento e o cartão de memória foram apreendidos, lacrados e encaminhados para análise pericial. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Vítima adolescente Ainda conforme as informações repassadas pela polícia, uma das vítimas identificadas tem 16 anos. O caso passou a ser tratado com base na legislação específica de proteção à criança e ao adolescente. O suspeito negou envolvimento e afirmou não ter conhecimento da existência do equipamento ou da suposta captação de imagens. Em nota, o portal informou que a audiência de custódia ainda não foi realizada e que aguarda os desdobramentos formais do caso. O jornalista foi autuado em flagrante pelo crime previsto no artigo 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que trata de crimes relacionados à produção ou registro de cenas de cunho sexual envolvendo criança ou adolescente. Se condenado, a pena pode variar de quatro a oito anos de reclusão. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Não houve arbitramento de fiança, e o suspeito permanece à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura as circunstâncias da instalação do equipamento e a possível existência de outras vítimas. Tags Relacionadas Encontrou algum erro? Avise à redação Encontrou algum erro? Avise à redação Últimas em Cotidiano Mais lidas no TNOnline




