
Pouco antes de declarar a “sentença” a Qassem, Israel declarou que não descarta uma invasão terrestre ao Líbano. O porta-voz das Forças de Defesa do país, Effie Defrin, afirmou que mais de 100.000 reservistas foram mobilizados para “todas as possibilidades de defesa e ataque”.Segundo o Ministério da Saúde do Líbano, os ataques israelenses registrados hoje deixaram ao menos 31 pessoas mortas. Outras 149 ficaram feridas. O Hezbollah, grupo islamista xiita, é apoiado pelo Irã. Ele recebia ajuda militar e financeira, de bilhões de dólares, do país atacado pelos EUA. Após os ataques do sábado, o grupo informou que “enfrentaria a agressão”. Oficialmente, o Líbano ainda não se pronunciou sobre a ameaça de Israel ao grupo extremista. Após os ataques ao Irã, o presidente Joseph Aoun assumiu um tom de cautela, afirmando que a “prioridade absoluta é preservar o país das catástrofes e dos horrores de conflitos externos”.




