
Texto elimina possibilidade de candidaturas desvinculadas de partidos. Cada sigla poderá indicar um nome para a disputa e deverá apresentar um projeto de governo aos deputados estaduais. Propaganda eleitoral e impulsionamento pago de conteúdo relacionado aos candidatos na internet estão vetados.No dia da votação, cada deputado deverá pronunciar seu voto na tribuna. Além de aberto, o voto será presencial —ou seja, os deputados estaduais não poderão participar da votação via internet.Prazo de desincompatibilização motivou discussões. Inicialmente, o texto previa que ocupantes de cargos públicos precisariam deixar seus postos 180 dias antes do pleito para participar da eleição indireta. Porém, uma mudança na proposta reduziu o prazo para 24 horas após o estado ficar sem governador e vice.Nova regra ajuda pré-candidatosRio deve ficar sem governador e vice em abril. A situação é esperada por conta do desejo de Cláudio Castro (PL) de se candidatar ao Senado, o que exigiria sua saída do cargo 6 meses antes. Como o Thiago Pampolha, vice de sua chapa, foi indicado ao TCE, a dupla vacância ficaria configurada.Pré-candidatos ocupam cargos públicos hoje. Com o novo prazo de desincompatibilização, possíveis candidaturas do secretário de Assuntos Parlamentares da Presidência André Ceciliano, de Nicola Miccione (chefe da Casa Civil de Castro) e de Douglas Ruas (secretário estadual das Cidades) ganham viabilidade.




