
No mês passado, ele recuou após alcançar o que qualificou como um acordo “quadro” com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte.”Todos nos perguntam se achamos que acabou. Não, não achamos que tenha acabado”, disse Frederiksen, que participava de um painel sobre segurança no Ártico.Trump insiste que a Groenlândia, rica em recursos naturais, é vital para a segurança dos Estados Unidos e da Otan face à Rússia e à China.Frederiksen e o seu par groenlandês, Jens-Frederik Nielsen, assinalaram que a pressão sobre os habitantes da ilha era “inaceitável”.Nielsen disse que foram dados “alguns passos na direção certa”, em referência ao grupo de trabalho formado pelos Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia para debater as preocupações de Washington sobre a segurança no Ártico, embora não tenham sido divulgados detalhes.”Agora temos um grupo de trabalho, está bem. Vamos tentar ver se conseguimos encontrar uma solução… Mas, claro, há linhas vermelhas que não serão cruzadas. E manteremos a nossa estratégia”, afirmou o primeiro-ministro groenlandês.




