
Grupo suspeito de se passar por parentes para aplicar golpes em vítimas é identificado pela polícia
Uma das vítimas transferiu R$ 990 após acreditar que falava com a filha. Contas usadas no crime foram bloqueadas durante a investigação.
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A Polícia Civil de Paraíso do Tocantins indiciou três homens suspeitos de se passarem por parentes para aplicar golpes financeiros. O caso foi concluído nesta terça-feira (16).
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Um idoso transferiu R$ 990 após receber mensagens de um suspeito que fingia ser sua filha. Ele desconfiou de um segundo pedido e denunciou o caso.
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A polícia bloqueou as contas bancárias usadas no crime. Os investigados, que moram no Maranhão, responderão por estelionato contra idoso e associação criminosa.
Delegacia de Polícia Civil de Paraíso do Tocantins — Foto: Divulgação/PCTO
Um grupo suspeito de se passar por parentes para aplicar golpes financeiros foi indiciado pela Polícia Civil de Paraíso do Tocantins. De acordo com a apuração, os investigados enviavam mensagens em massa para diversas pessoas, usando informações genéricas para convencer as vítimas a transferirem dinheiro.
Os suspeitos são três homens, com idades entre 25 e 35 anos, com residência no Maranhão. Eles não tiveram os nomes divulgados, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa.
Uma das vítimas é um idoso morador de Paraíso que denunciou ter recebido mensagens de alguém se passando pela sua filha. Convencido de que conversava com a familiar, o idoso fez uma transferência de R$ 990 para uma conta indicada pelos suspeitos.
Após o envio do valor, o golpista voltou a pedir dinheiro. Desconfiado, o idoso percebeu que podia se tratar de um golpe e procurou a Polícia Civil, que iniciou as investigações.

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Durante a investigação, a polícia também conseguiu bloquear as contas bancárias usadas no golpe para evitar novas fraudes e tentar reverter o prejuízo sofrido pela vítima.
Com a conclusão do caso nesta terça-feira (16), os três homens foram indiciados por estelionato contra pessoa idosa e associação criminosa. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.


