
Grossi indicou que “há um denominador comum” em muitos dos conflitos entre países “que é a ausência das Nações Unidas”, e considerou que isso “não tem motivo para ser assim”.”Precisamos que as Nações Unidas sejam menos declarativas e mais ativas. Precisamos que as Nações Unidas estejam conectadas com os problemas das pessoas, e não com a aprovação de documentos enormes”, disse.Grossi acrescentou que é necessário levar adiante uma reforma da organização: “Tem que ser uma reforma na qual todos saibamos reconhecer que há coisas que estão sobrando e que há coisas que é preciso reforçar.”Na apresentação do diplomata, o chanceler argentino Pablo Quirno disse que “o presidente Javier Milei manifestou seu pleno apoio a esta candidatura”.Durante a gestão de Grossi, a AIEA atuou como intermediário entre Ucrânia e Rússia em questões nucleares.Além disso, o órgão mantém há tempos relações tensas com o Irã, pela supervisão de seu programa nuclear.




