
Além de 14 de junho de 2026, que coincide com o 80º aniversário de Trump e o Dia da Bandeira, o calendário inclui o Dia dos Presidentes, em 16 de fevereiro; o Memorial Day, celebrado na última segunda-feira de maio em homenagem aos soldados americanos mortos em combate; o fim de semana do Dia da Independência, de 3 a 5 de julho; o Dia da Constituição, em 17 de setembro; e o Dia dos Veteranos, em 11 de novembro, em homenagem aos ex-combatentes.O Dia de Martin Luther King (19 de janeiro de 2026) e o Juneteenth (19 de junho), que marcam o fim da escravidão, costumam estar incluídos na lista de datas com entrada gratuita, mas foram retirados.Críticos afirmam que as mudanças servem para promover o presidente e, ao mesmo tempo, minimizar a história da escravidão nos Estados Unidos e da luta pelos direitos civis.”O presidente não apenas acrescentou seu próprio aniversário à lista; retirou os dois feriados que comemoram a luta afro-americana por direitos civis e liberdade. Nosso país merece algo melhor”, lamentou a senadora democrata Catherine Cortez Masto no X.Além disso, a partir de 2026, a entrada gratuita nos oito dias selecionados será apenas para cidadãos e residentes dos Estados Unidos. “Os não residentes pagarão o preço regular da entrada e as tarifas aplicáveis para não residentes”, informou o NPS.O custo de um passe anual será de 80 dólares (434 reais) para residentes e de 250 dólares (1.356 reais) para não residentes. Quem não tiver esse passe pagará 100 dólares (542 reais) por pessoa para entrar em 11 dos parques mais visitados, além da tarifa padrão de entrada.




