Taxista continua desaparecido após fim das buscas dos bombeiros; veja o que se sabe sobre o caso
José Neto Gomes foi visto pela última vez em abril de 2026, quando saiu para tomar banho no balneário Cachorra, em Paraíso do Tocantins.
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O taxista José Neto Gomes de Araújo, de 37 anos, está desaparecido há mais de 40 dias em Paraíso do Tocantins.
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Os bombeiros suspenderam as buscas terrestres e aquáticas por falta de pistas, enquanto a Polícia Civil segue investigando o sumiço ocorrido em 19 de abril de 2026.
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José foi visto pela última vez após entrar em uma área de mata no balneário Cachorra, segundo os bombeiros.
José Gomes de Araujo despareceu no dia 19 — Foto: Arquivo pessoal/Divulgação
O taxista José Neto Gomes de Araújo, de 37 anos, está há mais de 40 dias desaparecido em Paraíso do Tocantins. A vítima saiu de casa para tomar banho em um balneário e não foi mais vista. A família segue aflita, em busca de pistas que possam indicar o paradeiro de José.
“Até agora meu filho não voltou pra casa. É demais para um pai e uma mãe passar por uma situação dessas. Não vamos desistir enquanto a verdade não aparecer”, contou o pai, Antônio Gomes.
José foi visto pela última vez no dia 19 de abril, no balneário Cachorra, que fica entre Paraíso do Tocantins e Monte Santo do Tocantins. Na época, os bombeiros realizaram buscas na região do desaparecimento. Foram feitas varreduras em áreas fechadas e dentro da água.
Os militares foram informados de que o taxista teria sumido depois de entrar em uma área de mata e não retornar mais. Por causa da falta de pistas, os bombeiros suspenderam as atividades.

Bombeiros fazem buscas por taxista desaparecido em Paraíso do Tocantins
Um boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado. No início de maio, a Polícia Civil informou que estava ouvindo pessoas que poderiam ajudar na investigação. A apuração está sob a responsabilidade da 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado de Paraíso do Tocantins.
O g1 solicitou um posicionamento à Secretaria de Segurança Pública (SSP) sobre o caso, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.
José Neto trabalhava junto com o pai na rodoviária de Paraíso do Tocantins. Ao g1, o pai contou que a família recebeu informações sobre a soltura de um suspeito, o que aumentou a sensação de insegurança.
“E estamos aqui com a aflição, cada dia que passa a gente fica mais inconformado”, desabafou Antônio.


